Disse o nosso treinador, Sérgio Bernardes, que prometera a “taça” ao presidente do Clube.
Fê-lo seguramente por confiar ilimitadamente na sua equipa que sabe estar a disputar uma prova de campeonato abaixo do seu escalão natural e que será nesta prova, a taça distrital, que surgirão os grandes desafios e com eles a superação da equipa.
O 1º embate com o categorizado Sporting de Pombal, de escalão superior, mostrou que a equipa está empenhada em fazer carreira nesta prova e para não deixar dúvidas aplicou expressivos 3 – 0 deixando alguns adeptos à beira de um ataque de nervos como demonstraram os impropérios dirigidos ao nosso treinador acusado de queimar tempo. Olha se não queimasse ….
Desse jogo, onde toda a equipa teve uma prestação meritória lembro 2 ou 3 intervenções decisivas do guarda-redes China que deram à equipa a confiança necessária para procurar as acções ofensivas e construir um resultado inequívoco.
O sorteio para a 2ª eliminatória deu-nos a “Caranguejeira” em sorte, equipa a militar em escalão também superior ao nosso mas que por isso mesmo se torna mais apetecível. Aliás, os embates decisivos com a Caranguejeira já fazem parte do quotidiano desta equipa e que me lembre sempre foram resolvidos a nosso favor. Importa recuperar a atitude competitiva desses embates porque só a vitória permite seguir em frente.
Antevejo um jogo difícil pela categoria do adversário, pelo terreno de jogo, relva natural à qual só os da casa estão habituados e pelo peso de um resultado que será de tudo ou nada. Mata, mata como diria Scolari. Mas, se queremos chegar à final temos que ir fazendo o trabalhinho de eliminar os concorrentes de peso porque ninguém o fará por nós.
Pela taça, vencer, vencer!

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